<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396</id><updated>2012-02-17T00:12:15.297-03:00</updated><title type='text'>Azeverde</title><subtitle type='html'>ESPORTE &amp;amp; ECOLOGIA</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>22</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-3332537329230326307</id><published>2011-07-03T20:37:00.006-03:00</published><updated>2011-07-03T20:49:19.287-03:00</updated><title type='text'>Cuidados Nutricionais na Prática de Mountain Bike</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Mountain Bike (também chamado de Ciclismo de Montanha, Mountain Biking ou MTB) é uma modalidade do ciclismo na qual o objetivo é transpor percursos com diversas irregularidades e obstáculos. O Mountain Bike é praticado em estradas de terra, trilhas em geral ou dentro de parques.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com relação a exigência física, o mountain bike envolve tanto resistência cardio-respiratória como força muscular intensa. Por essa razão, os cuidados nutricionais devem ser otimizados nessa modalidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para se ter idéia, o gasto calórico de uma atleta de mountain bike pode chegar a 6000 calorias por dia. Essas calorias devem ser preenchidas, em sua maioria, de alimentos fontes de carboidratos, que representam a maior fonte energética durante a atividade esportiva. De uma forma geral, recomenda-se que a dieta do atleta de mountain bike seja composta por uma quantidade de 60 a 70% de carboidratos. As maiores fontes de carboidratos são massas, pães, arroz, batata, cereais e biscoitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As proteínas também merecem atenção especial, pois estão intimamente ligadas aos processos de recuperação muscular. São fontes de proteínas as carnes em geral, frango, peixe, leite e derivados. Esses alimentos, assim como deve acontecer com os carboidratos, devem estar presentes em todas as refeições dos atletas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cuidados nutricionais pré-treino ou competição:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O principal objetivo nesta fase é armazenar energia no músculo. São aumentados, portanto, os carboidratos na dieta. Em casos de competição, esses alimentos devem ser aumentados maciçamente três dias antes da prova. Os alimentos ricos em proteínas (carnes, frango, ovos, queijos etc) devem ser ingeridos em menores proporções, já que a maior fonte de energia deve ser proveniente dos carboidratos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É importante evitar a ingestão de gorduras, grãos e fibras (folhas,verduras e legumes), que podem causar má digestão. É também importante fracionar a dieta em pelo menos cinco refeições diárias, evitando que o estômago fique muito cheio, e aumentando assim o conteúdo de energia. Caprichar na hidratação é também fundamental para a performance.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Café da manhã pré-competição&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Deve-se evitar a ingestão de fibras e alimentos gordurosos, pois podem causar desconforto gastrintestinal logo antes da prova, ou até durante, diminuindo o desempenho. Deve-se retirar as cascas e bagaço das frutas e evitar alimentos estranhos, com os quais não se está acostumado. A dieta deve ser à base de carboidratos e com pouca proteína. Por exemplo: pão com queijo e geléia + 1 suco + 1 pedaço de bolo simples&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Reposição nutricional durante treinos e competições&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Durante a prática, deve haver preocupação em sempre carregar água e, preferencialmente, bebidas esportivas nas caramanholas ou camel back, pois estas últimas, além de hidratar, fornecem carboidratos. Deve-se também carregar alimentos práticos (barras energéticas, gel de carboidrato, frutas, frutas secas, biscoitos, sanduíches de fácil digestão, como os feitos com bisnaguinha, ou algo igualmente rico em carboidratos e fácil de carregar). Nessa fase, sugere-se a ingestão de alimentos e bebidas ricas em carboidratos em intervalos de 30 minutos, poupando-se o glicogênio muscular. Deve-se consumir de 30 a 50 gramas de carboidratos por hora, na forma de alimentos e/ou bebidas. A ingestão de líquidos também é fundamental para o desempenho, por isso deve-se tentar beber no mínimo 500ml por hora&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dicas para o pós-exercício:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txtconteudo" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nessa fase, tida como de extrema importância a recuperação total dos atletas, é importante repor as energias gastas durante a atividade extenuante. Nas primeiras horas após a prática, deve-se consumir carboidratos como pães, batatas, macarrão, arroz, etc. Isto irá ajudar na recuperação dos estoques de energia. A reposição de proteínas, por meio da ingestão de leite ou derivados, ovos, frango, peixes ou outras fontes magras, também deve ocorrer nesta fase. Uma boa dica de refeição na fase pós-prova é um prato de massa com frango ou 1 sanduíche de frios + frutas. Imediatamente após a prova o atleta deve começar a repor os líquidos (água, bebidas isotônicas, sucos, refrigerantes), devendo fazê-la continuamente de forma fracionada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fonte: RGNutri&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-3332537329230326307?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/3332537329230326307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=3332537329230326307' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/3332537329230326307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/3332537329230326307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2011/07/cuidados-nutricionais-na-pratica-de.html' title='Cuidados Nutricionais na Prática de Mountain Bike'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-3256444212554417396</id><published>2010-11-22T19:47:00.000-03:00</published><updated>2010-11-22T19:47:37.511-03:00</updated><title type='text'>Hora de decisão...</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;O que iriam fazer sem “opção”? Opção de poder escolher, escolher entre continuar sendo uma pessoa sedentária ou adotar um estilo de vida saudável. Não usem a rotina de trabalho ou falta de tempo como desculpa assim como fazem muitos. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Embora talvez não admitam vocês tem esta opção. Não mintam para si mesmos, não arrumem desculpas ou motivos. Agora escolham entre ir para casa, ligar a TV ou o PC e serem bombardeados pelo besteirol mostrado, pois dali o que não presta é o mais atrativo. Acordem tarde ou em cima da hora de ir para o trabalho, para suas funções repetitivas e rotina desgastante, onde cada dia parece mais cansativo. Alimentem seus vícios. Façam apenas isso ate se aposentarem e aproveitar o pouco que restar de suas vidas. Até morrerem daqui a alguns anos numa cama lamentando cada chance deixada pra depois. Não adie mais aqueles planos de sair para caminhar, dar uma corrida ou ir para academia. Faça hoje sua escolha. Eu não quero envelhecer e morrer numa cama, eu quero morrer de pé! Sorrindo por dentro, feliz pela vida que tive, pelo bem estar que pude me proporcionar. O corpo humano é uma maquina e como tal precisa se movimentar. Por incrível que pareça quando acordamos cedo e praticamos algum exercício não ficamos tão cansados e o que temos é mais disposição para enfrentar o dia. Nos sentimos melhor, nos tornamos mais felizes, diferenciados, procuramos nos alimentar com qualidade e dormirmos bem. Não pensem apenas em correr atrás por um futuro melhor, faça melhor o presente. Aproveitem cada dia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-3256444212554417396?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/3256444212554417396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=3256444212554417396' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/3256444212554417396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/3256444212554417396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2010/11/hora-de-decisao.html' title='Hora de decisão...'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-2386811023197809791</id><published>2010-11-08T00:25:00.029-03:00</published><updated>2010-11-08T00:40:14.836-03:00</updated><title type='text'>2016 - Não são apenas as obras que estão atrasadas, mas a visão de muitos também...</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Muito tem se falado sobre as obras e a preocupação em relação ao seu termino para os Jogos Olímpicos do Brasil. Longe de querer descartar o assunto como de suma importância, pergunto: E a respeito do esporte, o que tem sido feito alem dos esforços de nossos atletas? Afinal não se trata da “festa do esporte”? Estão esquecendo do fator principal? E os planos de anos atrás de investir na educação física nas escolas e dos incentivos, ainda na infância visando a formação de novos atletas para os jogos? Ora, se nem de nossos atletas atuais estão cuidando... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 8.5pt; line-height: 115%;"&gt;"Não tem piscina boa no Brasil. No Flamengo, por exemplo, faltam coisas muito básicas, a faixa do T no meio da piscina, na risca preta, a faixa na parede. Não deve dar muito trabalho para reformar, mas boa, a piscina não é, não!" – César Cielo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 8.5pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;A saltadora Fabiana Murer no início do ano ganhou a medalha de ouro no mundial indoor disputado no Qatar, superando inclusive a magnífica &lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 115%;"&gt;Yelena Isinbaeva. Abaixo o centro de treinamento utilizado por ela no Brasil (imagens de dois meses após a conquista):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ERBq7JT3R38/TNdr8ik2pLI/AAAAAAAAATY/maMlxIxMWJo/s1600/local+onde+fabiana+murer+treina.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/_ERBq7JT3R38/TNdr8ik2pLI/AAAAAAAAATY/maMlxIxMWJo/s200/local+onde+fabiana+murer+treina.jpg" width="200" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ERBq7JT3R38/TNdsH__365I/AAAAAAAAATc/kSLpjC_yiOM/s1600/local+onde+fabiana+murer+treina2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/_ERBq7JT3R38/TNdsH__365I/AAAAAAAAATc/kSLpjC_yiOM/s200/local+onde+fabiana+murer+treina2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ERBq7JT3R38/TNdr8ik2pLI/AAAAAAAAATY/maMlxIxMWJo/s1600/local+onde+fabiana+murer+treina.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ERBq7JT3R38/TNdsf_RS7KI/AAAAAAAAATg/_9JSYuyVW00/s1600/local+onde+fabiana+murer+treina3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/_ERBq7JT3R38/TNdsf_RS7KI/AAAAAAAAATg/_9JSYuyVW00/s200/local+onde+fabiana+murer+treina3.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ERBq7JT3R38/TNdsi-PYM6I/AAAAAAAAATk/hASILpD6hDY/s1600/treinamento+fabiana+murer.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/_ERBq7JT3R38/TNdsi-PYM6I/AAAAAAAAATk/hASILpD6hDY/s200/treinamento+fabiana+murer.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;E esses não são casos isolados, são exemplos que ocorrem com atletas de elite. Poderia citar vários outros, sem falar dos esportes que a mídia não destaca.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 35.4pt;"&gt;Parece que no entendimento de nossos governantes, eles já fizeram muito em trazer o evento para o país, e agora os atletas que se virem. Pelo visto como sempre, as atenções estão voltadas unicamente em como poderão lucrar. Há os que se contentam com migalhas dizendo que o atual governo foi o que mais fez pelo nosso esporte. Concordo, mas está longe de ser o básico. Com certeza no país do “jeitinho”, já tem muita gente faturando alto. Fraudes em licitações, desvio de verbas acontecem em várias áreas e não será esse mega evento que passará ileso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-2386811023197809791?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/2386811023197809791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=2386811023197809791' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/2386811023197809791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/2386811023197809791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2010/11/muito-tem-se-falado-sobre-as-obras-e.html' title='2016 - Não são apenas as obras que estão atrasadas, mas a visão de muitos também...'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ERBq7JT3R38/TNdr8ik2pLI/AAAAAAAAATY/maMlxIxMWJo/s72-c/local+onde+fabiana+murer+treina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-8069560502340523870</id><published>2009-01-21T11:37:00.002-03:00</published><updated>2009-01-25T21:38:37.894-03:00</updated><title type='text'>Reflorestamento é melhor que biocombustível para ambiente, diz estudo</title><content type='html'>da BBC Brasil&lt;br /&gt;A preservação de áreas verdes e o reflorestamento são maneiras mais eficientes de combater o aquecimento global do que o uso de biocombustíveis, segundo um estudo britânico publicado na revista "Science".&lt;br /&gt;O estudo é o primeiro a calcular as emissões de carbono durante todo o ciclo dos biocombustíveis --das plantações à extração e à transformação em combustível-- e a comparar os resultados ao armazenamento de carbono em ecossistemas.&lt;br /&gt;A conclusão da pesquisa é que as florestas podem absorver de duas a nove vezes mais carbono em um período de 30 anos do que as emissões evitadas pelo uso de biocombustíveis.&lt;br /&gt;Logo, de acordo com os pesquisadores, seria mais eficiente reflorestar áreas cultiváveis do que usá-las para a plantação de matéria-prima para biocombustíveis.&lt;br /&gt;Os autores Renton Righelato e Dominick Spracklen afirmam que a política de biocombustíveis está sendo desenvolvida sem que as implicações de seu uso sejam conhecidas.&lt;br /&gt;"A principal razão do comprometimento com os renováveis era o corte nas emissões de dióxido de carbono. Na nossa visão, essa política está errada porque ela é menos efetiva que o reflorestamento", Righelato disse à BBC.&lt;br /&gt;O estudo afirma ainda que vastas áreas serão desmatadas em várias partes do mundo para que as metas de uso de biocombustíveis possam ser alcançadas, o que teria um impacto imediato e considerável no ciclo de carbono.&lt;br /&gt;"O estoque de carbono nas florestas fica entre 100 e 300 toneladas por hectare. Três quartos disso são perdidos no primeiro ano, durante desmatamento e queimadas. Levaria --em todos os casos que examinamos-- entre 50 e 100 anos para que esse carbono fosse recuperado pela produção de biocombustíveis", explicou Righelato.&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores, a ênfase das políticas contra o aquecimento global deveria ser colocada no aumento da eficiência do uso de combustíveis fósseis combinado ao investimento em outras fontes de energia renovável, livres de carbono, além do reflorestamento de terras aráveis que não estão sendo usadas para a produção de alimentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-8069560502340523870?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/8069560502340523870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=8069560502340523870' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/8069560502340523870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/8069560502340523870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2009/01/reflorestamento-melhor-que.html' title='Reflorestamento é melhor que biocombustível para ambiente, diz estudo'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-962572534795922386</id><published>2009-01-20T22:02:00.006-03:00</published><updated>2009-01-20T22:24:18.132-03:00</updated><title type='text'>Educação e esporte a combinação perfeita</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  line-height: 21px; font-family:Arial;font-size:14px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Sabemos que a prática de esporte é um instrumento educacional que propicia o desenvolvimento tanto individual quanto social da criança.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O esporte, infelizmente, não é utilizado pelas instituições educacionais na proporção que deveria. Através da prática esportiva promovemos a socialização, a rotina, o cumprimento de regras, o respeito, a persistência, o saber competir, o aguardar a sua vez, o romper limites, o saber ganhar, o saber perder e muitos outros quesitos. É uma fonte inesgotável de conceitos éticos e morais tão importantes para a formação do indivíduo. &lt;br /&gt;Quando falo em esporte não estou me referindo à Educação Física e sim a uma opção esportiva. O esporte é uma ramificação da Educação Física, porém deve existir independente dela. O professor de Educação Física deve sim proporcionar o conhecimento de cada esporte para que o indivíduo possa optar, com competência, qual esporte gostaria de praticar. A Educação Física faz parte do currículo escolar e é aplicada no período em que o indivíduo freqüenta as aulas. O esporte deve ser proporcionado pela escola em horário oposto às aulas para que o indivíduo possa freqüentar e se dedicar. &lt;br /&gt;O esporte tem a magia de integrar o indivíduo independente da classe social, raça ou religião. Desenvolve no indivíduo a capacidade de trabalhar em grupo, de cumprir horário, de saber ouvir, de conhecer o próprio limite, conhecer o próprio corpo, de admitir que precisa melhorar, respeitar as diferenças e tantos outros aspectos tão difíceis de serem conscientizados, além de evitar o sedentarismo tão comum nos dias de hoje onde o indivíduo passa horas sentado em frente a um computador ou a uma televisão seja assistindo ou jogando videogame. &lt;br /&gt;O esporte deve ser o maior aliado da educação. Juntos promovem o desenvolvimento integral do indivíduo de forma harmoniosa e sadia despertando para a cidadania e assim formando pessoas de bem. &lt;br /&gt;Presenciamos no Pan-americano 2007 que nossos atletas embora estejam nos proporcionando tanta alegria pelo desempenho que estão tendo, não tiveram o mínimo de incentivo nem das escolas, nem do governo. Em cada entrevista com nossos atletas vencedores ficamos sabendo que o esforço foi próprio e de algum “anjo bom” que o auxiliou e o incentivou muitas vezes até comprando um par de tênis para que ele parasse de treinar descalço. &lt;br /&gt;É realidade que os patrocinadores investem em times que estão ganhando. O atleta que tem potencial e quer treinar, porém ainda não se destacou ninguém o enxerga. Somente após uma medalha conseguida é que ele passa a ser conhecido e então patrocinado. Ocorre que para chegar neste estágio ele teve que se dedicar muito e só conseguiu com o apoio da família e com a própria força de vontade. &lt;br /&gt;Escola e esporte é a combinação perfeita para uma sociedade mais justa. &lt;br /&gt;O jovem que estuda num período e que pratica esporte no outro, dentro da própria escola, se manterá ocupado com atividades prazerosas e não estará ocioso nas ruas ocupando o seu tempo aprendendo o que não deve. &lt;br /&gt;O próprio presidente Lula afirmou que fica muito mais barato para o governo investir em programas de incentivo ao esporte do que na manutenção desse mesmo indivíduo em presídios por ter cometido delitos. Já que se tem esta consciência, vamos colocá-la em prática. &lt;br /&gt;O esporte sozinho não consegue formar integralmente o indivíduo daí a necessidade da parceria com a educação. Havendo esta parceria o indivíduo será desenvolvido em suas competências cognitivas, sociais, pessoais e produtivas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="  line-height: 21px; font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="  line-height: 21px; font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;fonte: Educação e esporte a combinação perfeita&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span id="ctl00_ContentBoxMain_lblBy" class="by"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;por  Cybele Meyer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-962572534795922386?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/962572534795922386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=962572534795922386' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/962572534795922386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/962572534795922386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2009/01/educao-e-esporte-combinao-perfeita.html' title='Educação e esporte a combinação perfeita'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-2077612729605610905</id><published>2009-01-20T21:55:00.008-03:00</published><updated>2010-11-02T17:35:45.719-03:00</updated><title type='text'>Europa quer reduzir emissões às custas das florestas latino-americanas</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: 13px;"&gt;"A produção de biocombustíveis está sendo impulsionada pelos governos dos países industrializados como uma solução 'rápida' para o problema das emissões de gases do efeito estufa, mas estão apenas criando mais problemas do que soluções. Se o que querem é proteger o clima, precisamos proteger as florestas primárias que sobraram", afirmou Maria Eugenia Testa, do Greenpeace Argentina.&lt;br /&gt;Apesar das advertências científicas e denúncias feitas por entidades internacionais sobre a ameaça que os biocombustíveis representam às florestas e para a segurança alimentar das pessoas, muitos governos da União Européia e da América Latina continuam promovendo a produção em grande escala do produto.&lt;br /&gt;"Os produtores de biocombustíveis estão colocando em perigo a subsistência das populações mais pobres do mundo ao influenciar os preços dos alimentos", denunciou Testa.&lt;br /&gt;"Por outro lado, a extensão de cultivos de milho, soja ou cana-de-açúcar influenciam também nas terras agrícolas disponíveis, provocando destruição - direta e indiretamente - de ecossistemas naturais, como as florestas tropicais", afirmou.&lt;br /&gt;A regulamentação européia estipula que os combustíveis usados no transporte deverão ter 5,75% de biocombustíveis até 2010 e 20% até 2020.&lt;br /&gt;"A Europa estabeleceu um número que excede sua capacidade de produção e por isso incentiva os países latino-americanos a se tornarem provedores de biocombustíveis no mercado internacional, colocando em risco seu patrimônio natural", criticou Juan Carlos Villalonga, diretor político do Greenpeace Argentina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 12px; line-height: 13px;"&gt;fonte: greenpeace&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-2077612729605610905?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/2077612729605610905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=2077612729605610905' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/2077612729605610905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/2077612729605610905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2009/01/europa-quer-reduzir-emisses-s-custas_20.html' title='Europa quer reduzir emissões às custas das florestas latino-americanas'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-2090157864055422162</id><published>2008-11-22T09:53:00.004-03:00</published><updated>2010-11-02T17:33:58.410-03:00</updated><title type='text'>Onda Verde</title><content type='html'>&amp;nbsp;Empresas usam propagandas de responsabilidade ambiental como artifício para atrair consumidores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do marketing ambiental, que se tornou estratégia para atrair clientes, existe outra prática recorrente nos últimos tempos, o greenwash, ou verniz verde, expressão usada para se referir a empresas que induzem os consumidores a erros sobre os benefícios ambientais de seus produtos. Em virtude disso, o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável lançou nos dias 4 e 5 de setembro, num simpósio em São Paulo, uma ferramenta para selecionar fornecedores e insumos dentro dos critérios de sustentabilidade. A medida tem como objetivo dar maior transparência evitando que os consumidores sejam vítimas de empresas que, por meio de propagandas, tentam aparentar preocupações ambientais e compromisso com a sustentabilidade, mas na verdade não o faz&lt;br /&gt;Carla Muniz, engenheira que faz pesquisa sobre insumos sustentáveis, diz que muitas vezes os produtos até têm alguns benefícios, mas são tão irrelevantes que não podem ser considerados como sustentáveis. "As empresas costumam valorizar os aspectos positivos de suas mercadorias e omitir o que é negativo", diz a engenheira. Dessa forma, o consumidor não tem elementos suficientes para avaliar o que está comprando e acaba sendo induzido a erro. Há ainda, propagandas muito vagas, algumas dizem que o produto é "verde", "ecologicamente produzido", sem nenhuma explicação. É uma promessa vaga, porque não diz exatamente do que se trata.&lt;br /&gt;Entretanto, é necessário diferenciar marketing ambiental de greenwash.  O marketing é muito mais que publicidade, é a adoção de políticas ambientais em todas as atividades de uma empresa, inclusive no seu produto ou serviço. "No greenwash não há preocupação real com o meio ambiente e sim com a imagem ou lucratividade da empresa", explica o gestor ambiental Rafael de Castro.  É apenas uma propaganda para iludir o consumidor sobre a preocupação do empreendimento com questões ambientais.&lt;br /&gt;Segundo Carla Muniz, além das propagandas, as empresas também fazem uso de selos que atestam a preocupação ambiental. "É claro que existem muitos selos de instituições sérias, mas há também os falsos", afirma.  Muitas ONGs tem selos que reconhecem empresas preocupadas com as causa socioambiental. Elas fazem parceirias com instituições em prol do meio ambiente. A Avina (Fundação Suíça de Meio Ambiente) apóia muitas ONGs que, por sua vez tem um trabalho de acompanhamento dos empreendimento para checar se de fato estão adotando políticas ambientais.&lt;br /&gt;O cidadão deve ficar atento ao greenwash para não ser enganado. "Há boa intenção por parte dos consumidores e as empresas se aproveitam disso", diz Rafael. No Brasil ainda não foi feita nenhuma pesquisa para analisar as promessas de sustentabilidade nas embalagens de produtos. Mas em abril deste ano, o Conar (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária) suspendeu duas campanhas publicitárias da Petrobras. A suspensão ocorreu porque os anúncios passavam uma falsa idéia de que a empresa contribui para o desenvolvimento sustentável do país, quando na verdade a estatal produz um óleo diesel com altos níveis de enxofre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Carla Rocha -&amp;nbsp;www.iesb.br/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-2090157864055422162?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/2090157864055422162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=2090157864055422162' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/2090157864055422162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/2090157864055422162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2008/11/onda-verde.html' title='Onda Verde'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-2858033658725135986</id><published>2008-06-21T00:24:00.004-03:00</published><updated>2008-07-14T22:07:30.932-03:00</updated><title type='text'>“Esporte de Aventura X Preservação Ambiental”</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Opiniões diversas estão presentes          sobre o impacto da Corrida de Aventura ao meio ambiente. De um          lado Associações Preservacionistas e Ambientalistas          do outro Organizadores e Corredores de Aventura todos com discursos          convincentes, posições radicais e opostas.&lt;/p&gt;       &lt;p align="justify"&gt;Sem duvida quando analisamos singularmente a          Corrida de Aventura, temos que notar seu impacto ambiental. A          presença de centenas de atletas transitando por trilhas          e caminhos muitas vezes não demarcados, a atitude de alguns          destes “mal orientados e educados atletas” deixando          resíduos por onde passam, não pode ser ignorada          pela natureza e pelos seus amantes. &lt;/p&gt;       &lt;p align="justify"&gt;No entanto a Corrida de Aventura não deixa          somente suas marcas imediatas, com ela em modo geral vem uma grande          exposição do local por onde passou, e toda a exuberância          de sua natureza passa a ser conhecida por pessoas comuns. &lt;/p&gt;       &lt;p align="justify"&gt;Há muito se sabe que preservar esta bem          distante de ocultar, que os lugares mais ocultos sofrem por devastações          causadas por culturas de subsistências (um dos maiores problemas          dos Parques Nacionais), e que o Turismo Sustentável é          eficiente ferramenta para preservação ambiental.&lt;/p&gt;       &lt;p align="justify"&gt;Logo a Corrida de Aventura com toda sua exposição          de mídia se bem direcionada passa a ser uma eficiente ferramenta          de Preservação Ambiental.&lt;/p&gt;       &lt;p align="justify"&gt;Fazendo uma analogia da natureza com uma criança,          poderíamos dizer que “Corrida de Aventura serve como          uma boa palmada que quando bem direcionada, educa e preserva para          o resto da vida, mas se mal dirigida pode ser uma simples surra          que nada agrega e somente deixa sua marca”. &lt;/p&gt;       &lt;p align="justify"&gt;Cabe aos organizadores de Corrida de Aventura          a responsabilidade pelos locais por onde passam suas provas,          para que estas não deixem somente marcas negativas, bem          como a todos os educadores formadores de atletas, atletas e amantes          do esporte a responsabilidade de causar o mínimo de impacto          possível, buscando não somente a preservação          da natureza, mas também a do esporte. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote style="color: rgb(255, 102, 102);"&gt;         &lt;p align="right"&gt; José Caputo.&lt;br /&gt;      Arquiteto Ambientalista e atleta precursor&lt;br /&gt;      de corrida de aventura no Brasil.&lt;/p&gt;       &lt;/blockquote&gt;                &lt;p align="right"&gt;texto publicado no Guia Ecoadventure 2003/2004&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-2858033658725135986?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/2858033658725135986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=2858033658725135986' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/2858033658725135986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/2858033658725135986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2008/06/esporte-de-aventura-x-preservao.html' title='“Esporte de Aventura X Preservação Ambiental”'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-8299466567772487008</id><published>2008-03-06T19:30:00.002-03:00</published><updated>2008-03-06T19:38:46.273-03:00</updated><title type='text'>Mountainbike - Nutrição</title><content type='html'>Com relação a exigência física, o mountain bike envolve tanto resistência cardio-respiratória como força muscular intensa. Por essa razão, os cuidados nutricionais devem ser otimizados nessa modalidade.&lt;br /&gt;Para se ter idéia, o gasto calórico de uma atleta de mountain bike pode chegar a 6000 calorias por dia. Essas calorias devem ser preenchidas, em sua maioria, de alimentos fontes de carboidratos, que representam a maior fonte energética durante a atividade esportiva. De uma forma geral, recomenda-se que a dieta do atleta de mountain bike seja composta por uma quantidade de 60 a 70% de carboidratos.&lt;br /&gt;As maiores fontes de carboidratos são massas, pães, arroz, batata, cereais e biscoitos. As proteínas também merecem atenção especial, pois estão intimamente ligadas aos processos de recuperação muscular. São fontes de proteínas as carnes em geral, frango, peixe, leite e derivados. Esses alimentos, assim como deve acontecer com os carboidratos, devem estar presentes em todas as refeições dos atletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Cuidados nutricionais pré-treino ou competição:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O principal objetivo nesta fase é armazenar energia no músculo. São aumentados, portanto, os carboidratos na dieta. Em casos de competição, esses alimentos devem ser aumentados maciçamente três dias antes da prova. Os alimentos ricos em proteínas (carnes, frango, ovos, queijos etc) devem ser ingeridos em menores proporções, já que a maior fonte de energia deve ser proveniente dos carboidratos.&lt;br /&gt;É importante evitar a ingestão de gorduras, grãos e fibras (folhas, verduras e legumes), que podem causar má digestão. É também importante fracionar a dieta em pelo menos cinco refeições diárias, evitando que o estômago fique muito cheio, e aumentando assim o conteúdo de energia. Caprichar na hidratação é também fundamental para a performance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Café da manhã pré-competição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Deve-se evitar a ingestão de fibras e alimentos gordurosos, pois podem causar desconforto gastrintestinal logo antes da prova, ou até durante, diminuindo o desempenho. Deve-se retirar as cascas e bagaço das frutas e evitar alimentos estranhos, com os quais não se está acostumado. A dieta deve ser à base de carboidratos e com pouca proteína. Por exemplo: pão com queijo e geléia + 1 suco + 1 pedaço de bolo simples&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Reposição nutricional durante treinos e competições&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Durante a prática, deve haver preocupação em sempre carregar água e, preferencialmente, bebidas esportivas nas caramanholas ou camel back, pois estas últimas, além de hidratar, fornecem carboidratos. Deve-se também carregar alimentos práticos (barras energéticas, gel de carboidrato, frutas, frutas secas, biscoitos, sanduíches de fácil digestão, como os feitos com bisnaguinha, ou algo igualmente rico em carboidratos e fácil de carregar).&lt;br /&gt;Nessa fase, sugere-se a ingestão de alimentos e bebidas ricas em carboidratos em intervalos de 30 minutos, poupando-se o glicogênio muscular. Deve-se consumir de 30 a 50 gramas de carboidratos por hora, na forma de alimentos e/ou bebidas. A ingestão de líquidos também é fundamental para o desempenho, por isso deve-se tentar beber no mínimo 500ml por hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Dicas para o pós-exercício:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nessa fase, tida como de extrema importância a recuperação total dos atletas, é importante repor as energias gastas durante a atividade extenuante. Nas primeiras horas após a prática, deve-se consumir carboidratos como pães, batatas, macarrão, arroz, etc. Isto irá ajudar na recuperação dos estoques de energia.&lt;br /&gt;A reposição de proteínas, por meio da ingestão de leite ou derivados, ovos, frango, peixes ou outras fontes magras, também deve ocorrer nesta fase. Uma boa dica de refeição na fase pós-prova é um prato de massa com frango ou 1 sanduíche de frios + frutas. Imediatamente após a prova o atleta deve começar a repor os líquidos (água, bebidas isotônicas, sucos, refrigerantes), devendo fazê-la continuamente de forma fracionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="escuro" href="http://www.rgnutri.com.br/" target="_blank"&gt;Equipe RGNutri&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-8299466567772487008?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/8299466567772487008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=8299466567772487008' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/8299466567772487008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/8299466567772487008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2008/03/mountainbike-nutrio.html' title='Mountainbike - Nutrição'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-3238557533640667776</id><published>2007-11-19T22:58:00.000-03:00</published><updated>2007-11-19T23:08:09.562-03:00</updated><title type='text'>Mountain-Bike » Programa de Treinamento</title><content type='html'>O objetivo desta dica é servir como uma orientação aos ciclistas que desejem ingressar no mundo do mountain-bike competitivo. Ressaltamos que apesar da existência deste mini-guia continua sendo importante uma avaliação completa e detalhada dos objetivos e capacidades de cada biker, sendo para tanto necessária a participação de profissionais de educação física. O acompanhamento especializado tem a vantagem de poder expandir ao máximo a performance do atleta, por permitir um conhecimento mais detalhado de seus potenciais.&lt;br /&gt;Dividimos os MTBikers em quatro categorias. Leia atentamente o que caracteriza cada uma e procure a que melhor corresponde a seu estágio de preparação atual:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;Iniciante:&lt;/span&gt; Aquele que anda pouco ou muito pouco de bicicleta (até 2 horas semanais) e não costuma enfrentar subidas longas;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;Iniciado A:&lt;/span&gt; Aquele que anda regularmente, de 2 a 5 horas semanais mas não costuma entrar em competições;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;Iniciado B:&lt;/span&gt; Aquele que compete esporadicamente e anda de 5 a 10 horas semanais;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;Iniciado C:&lt;/span&gt; Aquele que está acostumado às competições, treinando mais de 10 horas por semana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Treinos Recomendados (por semana):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;Iniciante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Três passeios de 1 hora, no plano, girando bastante o pedal e sem forçar o ritmo. Alongamento seis dias por semana. Nos dias de treino, nos primeiros quinze minutos tem-se o aquecimento e a fase de concentração; nos últimos dez minutos, o relaxamento. Pedalar bem leve nestas partes do treino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;Iniciado A:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Três passeios de 1 hora no plano em ritmo leve, mais um passeio maior, com subidas e descidas, de 2 horas. Alongamento seis dias por semana, e nos dias de treino, antes e depois dos exercícios. Nos treinos, nos primeiros quinze minutos tem-se o aquecimento e a fase de concentração; nos últimos dez minutos, o relaxamento. Pedalar bem leve nestas partes do treino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;Iniciado B:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Dias da Semana:&lt;br /&gt;Dia 1: OFF - descanso.&lt;br /&gt;Dia 2: Oxigenação - 30 km plano, ritmo leve para médio, girando bem.&lt;br /&gt;Dia 3: Intervalado - 40 km plano, ritmo intervalado, alternando uma série de seis exercícios do tipo 2 minutos com ritmo forte e 3 minutos de recuperação ativa (continuar pedalando no giro).&lt;br /&gt;Dia 4: Treino técnico - 20 km em trilhas ou 30 km no asfalto em subidas e descidas em ritmo médio.&lt;br /&gt;Dia 5: OFF - descanso&lt;br /&gt;Dia 6: Recuperação - 20 km no plano, ritmo leve, girando bem.&lt;br /&gt;Dia 7: Distância - 50 km com subidas e descidas, ritmo de médio para pesado.&lt;br /&gt;Dias 2 a 7: alongamento antes e depois do treino. Nos primeiros quinze minutos tem-se o aquecimento e a fase de concentração; nos últimos dez minutos, o relaxamento. Pedalar bem leve nestas partes do treino.&lt;br /&gt;Total da Semana: aproximadamente 170km, com 9 horas de ciclismo semanais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 102);"&gt;Iniciado C:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Dias da Semana:&lt;br /&gt;Dia 1: OFF - descanso.&lt;br /&gt;Dia 2: Oxigenação - 40 km plano, ritmo médio, girando bem.&lt;br /&gt;Dia 3: Distância - 50km de subidas e descidas, ritmo médio.&lt;br /&gt;Dia 4: Intervalado - 40 km plano, ritmo intervalado, alternando duas série de quatro exercícios do tipo 2 minutos com ritmo forte e 3 minutos de recuperação ativa (continuar pedalando no giro); com 10 minutos de recuperação ativa entre as séries.&lt;br /&gt;Dia 5: Treino técnico - 30 km em trilhas ou 40 km no asfalto em subidas e descidas. Ritmo de médio para pesado.&lt;br /&gt;Dia 6: Recuperação - 30 km no plano, ritmo leve, girando bem.&lt;br /&gt;Dia 7: Distância - 60 km com subidas e descidas, ritmo de médio para pesado.&lt;br /&gt;Todos os dias: alongamento antes e depois do treino. Nos primeiros quinze minutos tem-se o aquecimento e a fase de concentração; nos últimos dez minutos, o relaxamento. Pedalar bem leve nestas partes do treino.&lt;br /&gt;Total da Semana: aproximadamente 260km, com 14 horas de ciclismo semanais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: Alexandre Beloussier Cerchiaro&lt;br /&gt;Preparador físico AFC&lt;br /&gt;trilhaseaventuras.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-3238557533640667776?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/3238557533640667776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=3238557533640667776' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/3238557533640667776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/3238557533640667776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/11/mountain-bike-programa-de-treinamento.html' title='Mountain-Bike » Programa de Treinamento'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-6066863982987827219</id><published>2007-11-04T10:10:00.000-03:00</published><updated>2007-11-04T12:44:33.564-03:00</updated><title type='text'>Rapa Nui - Uma pequena ilha ensina uma grande lição</title><content type='html'>Em anos recentes, a ciência começou a entender não só o mistério dos moai, mas também o enigma sobre o que causou o colapso da próspera civilização que os construiu. O interessante é que os fatos descobertos não têm apenas valor histórico. Segundo a Encyclopædia Britannica, eles dão "uma lição importante para o mundo moderno".&lt;br /&gt;A lição tem a ver com o uso da Terra e dos seus recursos naturais. É claro que a Terra é muito mais complexa e biologicamente diversificada do que uma ilha, mas isso não quer dizer que devamos ignorar a lição de Rapa Nui. Vamos, então, analisar alguns pontos altos da História dessa ilha. Por volta de 400 EC, as primeiras famílias de colonizadores chegaram de canoa. As únicas testemunhas disso foram as centenas de aves aquáticas que voavam em círculos sobre a ilha.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;Uma ilha paradisíaca&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A ilha não tinha uma grande variedade de plantas, mas era rica em florestas com árvores como palmeiras, hauhaus e toromiros, além de arbustos, ervas, samambaias e grama. Havia pelo menos seis espécies de pássaros terrestres nessa terra remota, incluindo corujas, garças, saracuras e papagaios. Rapa Nui era também "a mais rica área de reprodução de aves marinhas da Polinésia e provavelmente de todo o Pacífico", diz a revista Discover.&lt;br /&gt;Os colonizadores provavelmente trouxeram para a ilha galinhas e ratazanas comestíveis, que eles consideravam uma iguaria. Também trouxeram plantas como inhame, inhame-da-china, batata-doce, banana e cana-de-açúcar. O solo era bom, de modo que eles começaram imediatamente a limpar a terra e a plantar, um processo que continuou à medida que a população crescia. Mas em Rapa Nui tanto a área para plantio como o número de árvores era limitado, apesar da boa cobertura florestal da ilha.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;A História de Rapa Nui&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O que sabemos sobre a História de Rapa Nui se baseia principalmente em três campos de pesquisa: análise de pólen, arqueologia e paleontologia. Para fazer a análise de pólen, tiram-se amostras dos sedimentos de lagos e pântanos. Essas amostras revelam a variedade e a quantidade de plantas em períodos de centenas de anos. Quanto mais profundamente a amostra de pólen for encontrada entre os sedimentos, mais antigo será o período que ela representa.&lt;br /&gt;A arqueologia e a paleontologia se concentram em coisas como casas, utensílios, os moai e os restos de animais usados como alimento. Visto que os registros dos rapa nui são hieróglifos difíceis de decifrar, as datas antes do contato com os europeus são aproximadas e muitas suposições não podem ser comprovadas. Além disso, certos fatos descritos abaixo podem coincidir com períodos adjacentes. Todas as datas em negrito são da Era Comum.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;400&lt;/span&gt;: chegam entre 20 e 50 colonizadores polinésios, provavelmente em catamarãs com 15 metros ou mais de comprimento, capazes de transportar mais de 8 toneladas cada um.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;800&lt;/span&gt;: diminui a quantidade de pólen nos sedimentos, sugerindo o início do desmatamento. Aumenta a quantidade de pólen de grama, à medida que as gramíneas se espalham por áreas desmatadas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;900-1300&lt;/span&gt;: descobriram-se muitos ossos de animais que são caçados para consumo humano durante este período. Cerca de um terço desses ossos são de golfinho. Para trazer golfinhos do alto-mar, os ilhéus utilizam enormes canoas feitas do tronco de grandes palmeiras. Das árvores se extrai também a matéria-prima para os equipamentos usados para transportar e erguer os moai, cuja construção está agora em pleno andamento. A expansão da agricultura e a necessidade de lenha fazem com que as florestas continuem diminuindo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;1200-1500&lt;/span&gt;: auge da construção de estátuas. Os rapa nui gastam muitos recursos para fazer os moai e as plataformas cerimoniais sobre as quais esses são colocados. A arqueóloga Jo Anne van Tilburg escreve: "A estrutura social dos rapa nui incentivava enfaticamente a produção de mais e maiores estátuas." Ela acrescenta que "aproximadamente 1.000 estátuas foram produzidas ao longo de uns 800 a 1.300 anos . . ., uma para cada sete a nove pessoas se levarmos em conta a população máxima estimada".&lt;br /&gt;Aparentemente, os moai não eram adorados, embora desempenhassem um papel nos ritos fúnebres e agrícolas. Talvez tenham sido encarados como moradas dos espíritos. Parece que simbolizavam também o poder, o status e a genealogia dos construtores.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;1400-1600&lt;/span&gt;: a população chega ao máximo — entre 7.000 e 9.000 pessoas. Desaparecem os últimos trechos de floresta, em parte devido à extinção das aves nativas, que polinizavam as árvores e espalhavam as sementes. "Toda espécie de ave terrestre nativa se extinguiu, sem exceção", diz Discover. As ratazanas também contribuíram para o desmatamento, pois há indícios de que comiam as sementes das palmeiras.&lt;br /&gt;A erosão logo se espalha, os riachos começam a secar e a água se torna escassa. A partir de 1500, mais ou menos, não se encontram mais ossos de golfinho, possivelmente porque não havia mais árvores grandes o suficiente para a construção de canoas para navegação em alto-mar. Acabam as chances de fugir da ilha. As pessoas, desesperadas por comida, acabam dizimando as aves aquáticas. Comem mais galinha.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;1600-1722&lt;/span&gt;: a ausência de árvores, o uso intensivo da terra e a degradação do solo contribuem para safras cada vez menores. Há fome em larga escala. Os rapa nui se dividem em duas confederações rivais. Aparecem os primeiros sinais de caos social, possivelmente até de canibalismo. É a era dos guerreiros. As pessoas passam a viver em cavernas para se proteger. Por volta de 1700, a população cai para aproximadamente 2.000.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;1722&lt;/span&gt;: o explorador holandês Jacob Roggeveen é o primeiro europeu a descobrir a ilha. Isso ocorre na Páscoa, de modo que ele a chama de Ilha da Páscoa. Ele registrou sua primeira impressão: "A única impressão que se tem da aparência devastada [da Ilha da Páscoa] é de extraordinária pobreza e aridez."&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;1770&lt;/span&gt;: por volta dessa época, clãs rivais dos rapa nui que restam começam a derrubar as estátuas uns dos outros. Quando o explorador britânico capitão James Cook visita a ilha em 1774, encontra muitas estátuas tombadas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;1804-63&lt;/span&gt;: aumenta o contato com outras civilizações. A escravidão, agora comum no Pacífico, e as doenças ceifam muitas vidas. A cultura tradicional dos rapa nui praticamente cessa.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;1864&lt;/span&gt;: todos os moai estão tombados; muitos foram deliberadamente decapitados.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;1872&lt;/span&gt;: só restam 111 nativos na ilha.&lt;br /&gt;Rapa Nui se tornou uma província do Chile em 1888. Atualmente, a população mista da ilha é de cerca de 2.100 pessoas. O Chile declarou a ilha inteira um monumento histórico. A fim de preservar as características e a História ímpares dos rapa nui, muitas estátuas foram reerguidas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;Que lição aprendemos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por que os rapa nui não viram o que ia acontecer e não tentaram evitar o desastre? Note os comentários de vários pesquisadores sobre a situação.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"A floresta . . . não desapareceu simplesmente da noite para o dia — ela foi diminuindo aos poucos, no decorrer de décadas. . . . Se um dos ilhéus tentasse avisar sobre os perigos do desmatamento progressivo, os interesses escusos de entalhadores, burocratas e chefes o silenciariam." &lt;/em&gt;— Discover.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"O preço que pagaram pelo modo como decidiram expressar suas idéias espirituais e políticas foi uma ilha que se tornou, em muitos sentidos, apenas uma sombra de sua forma natural anterior."&lt;/em&gt; — Easter Island—Archaeology, Ecology, and Culture (Ilha da Páscoa: Arqueologia, Ecologia e Cultura).&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"O que aconteceu aos rapa nui sugere que o crescimento descontrolado e o impulso de manipular o meio ambiente além dos limites não são características apenas do mundo industrializado; fazem parte da natureza humana."&lt;/em&gt; — National Geographic.&lt;br /&gt;O que acontecerá se não houver uma mudança na chamada natureza humana? Qual será o resultado se a humanidade continuar impondo à Terra — nossa ilha no espaço — um modo de vida ecologicamente insustentável? Segundo certo escritor, nós temos uma grande vantagem sobre os rapa nui. Temos os exemplos das "histórias de outras sociedades arruinadas".&lt;br /&gt;Mas podemos perguntar: Será que a humanidade está prestando atenção a essas histórias? Em vista do desmatamento descontrolado e da contínua e rápida extinção de seres vivos na Terra, aparentemente não. No Zoo Book, Linda Koebner escreve: &lt;em&gt;"A eliminação de uma, duas ou cinqüenta espécies terá efeitos imprevisíveis. A extinção causa mudanças antes mesmo de entendermos as conseqüências."&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;O livro Easter Island—Earth Island (Ilha da Páscoa — Ilha-Terra) traz este comentário significativo: &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;em&gt;"A pessoa que derrubou a última árvore [em Rapa Nui] sabia que aquela era a última. Mas mesmo assim a derrubou."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;fonte: Revista "Despertai"&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-6066863982987827219?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/6066863982987827219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=6066863982987827219' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/6066863982987827219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/6066863982987827219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/11/rapa-nui-uma-pequena-ilha-ensina-uma.html' title='Rapa Nui - Uma pequena ilha ensina uma grande lição'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-5892213455101984369</id><published>2007-09-30T08:56:00.000-03:00</published><updated>2007-09-30T09:07:56.786-03:00</updated><title type='text'>Trekking » Princípios de Conduta Consciente em Ambientes Naturais</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;1. Planejamento é Fundamental&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Entre em contato prévio com a administração da área que você vai visitar para tomar conhecimento dos regulamento e restrições existentes.&lt;br /&gt;Informe-se sobre as condições climáticas do local e consulte a previsão do tempo antes de qualquer atividade em ambientes naturais.&lt;br /&gt;Viaje em grupos pequenos de até 10 pessoas. Grupos menores se harmonizam melhor com a natureza e causam menos impacto.&lt;br /&gt;Evite viajar para áreas populares durante feriados prolongados e férias.&lt;br /&gt;Certifique-se de que você possui uma forma de acondicionar seu lixo (sacos plásticos), para trazê-lo de volta.&lt;br /&gt;Escolha as atividades que você vai realizar na sua visita conforme o seu condicionamento físico e seu nível de experiência.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;2. Você é responsável por sua segurança&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O salvamento em ambientes naturais é caro e complexo, podendo levar dias e causar grandes danos ao ambiente. Portanto, em primeiro lugar, não se arrisque sem necessidade.&lt;br /&gt;Calcule o tempo total que passará viajando e deixe um roteiro de viagem com alguém de confiança, com instruções para acionar o resgate, se necessário.&lt;br /&gt;Avise a administração da área que você está visitando sobre: sua experiência, o tamanho do grupo, o equipamento que vocês estão levando, o roteiro e a data esperada de retorno. Estas informações facilitarão o seu resgate em caso de acidente.&lt;br /&gt;Aprenda as técnicas básicas de segurança, como navegação (como usar um mapa e uma bússola) e primeiros socorros. Para tanto, procure os clubes excursionistas, escolas de escalada, etc.&lt;br /&gt;Tenha certeza de que você dispõe do equipamento apropriado para cada situação. Acidentes e agressões à natureza em grande parte são causados por improvisações e uso inadequado de equipamentos. Leve sempre lanterna, agasalho, capa de chuva e um estojo de primeiros socorros, alimento e água, mesmo em atividades com apenas um dia ou poucas horas de duração.&lt;br /&gt;Caso você não tenha experiência em atividades recreativas em ambientes naturais, entre em contato com centros excursionistas, empresas de ecoturismo ou condutores de visitantes. Visitantes inexperientes podem causar impactos sem perceber e correr riscos desnecessários.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;3. Cuide das trilhas e dos locais de acampamento&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Mantenha-se nas trilhas pré-determinadas - não use atalhos que cortem caminhos. Os atalhos favorecem a erosão e a destruição das raízes e plantas inteiras.&lt;br /&gt;Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago se tornará maior no futuro.&lt;br /&gt;Acampando, evite áreas frágeis que levarão um longo tempo para se recuperar após o impacto.&lt;br /&gt;Acampe somente em locais pré-estabelecidos, quando existirem.&lt;br /&gt;Acampe a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água.&lt;br /&gt;Não cave valetas ao redor das barracas, escolha melhor o local e use um plástico sob a barraca.&lt;br /&gt;Bons locais de acampamento são encontrados, não construídos. Não corte nem arranque a vegetação, nem remova pedras ao acampar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;4. Traga seu lixo de volta&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Se você puder levar uma embalagem cheia para um ambiente natural, pode trazê-la vazia na volta.&lt;br /&gt;Ao percorrer uma trilha, ou sair de uma área de acampamento, certifique-se de que elas permaneçam como se ninguém houvesse passado por ali. Remova todas asevidências de sua passagem. Não deixe rastros!&lt;br /&gt;Não queime nem enterre o lixo. As embalagens podem não queimar completamente, e animais podem cavar até o lixo e espalhá-lo. Traga todo o seu lixo de volta com você.&lt;br /&gt;Utilize as instalações sanitárias que existirem. Caso não haja instalações sanitárias (banheiros) na área, cave um buraco com quinze centímetros de profundidade a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, em local onde não seja necessário remover a vegetação.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;5. Deixe cada coisa em seu lugar&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Não construa qualquer tipo de estrutura, como bancos, mesas, pontes etc. Não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo que estejam mortas ou tombadas, pois podem estar servindo de abrigo para aves ou outros animais.&lt;br /&gt;Resista à tentação de levar "lembranças" para casa. Deixe pedras, artefatos, flores, conchas etc. onde você os encontrou, para que outros também possam apreciá-los.&lt;br /&gt;Tire apenas fotografias, deixe apenas leves pegadas, e leve para casas apenas suas memórias.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;6. Não faça fogueiras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fogueiras matam o solo, enfeiam os locais de acampamento e representam uma grande causa de incêndios florestais.&lt;br /&gt;Para cozinhar, utilize um fogareiro próprio para acampamento. Os fogareiros modernos são leves e fáceis de usar. Cozinhar com um fogareiro é muito mais rápido e prático que acender uma fogueira.&lt;br /&gt;Para iluminar o acampamento, utilize um lampião ou uma lanterna em vez de uma fogueira.&lt;br /&gt;Se você realmente precisa acender uma fogueira, utilize locais previamente estabelecidos, e somente se as normas da área permitirem.&lt;br /&gt;Mantenha o fogo pequeno, utilizando apenas madeira morta encontrada no chão.&lt;br /&gt;Tenha absoluta certeza de que sua fogueira está completamente apagada antes de abandonar a área.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;7. Respeite os animais e as plantas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Observe os animais a distância. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça e provocar um ataque, mesmo de pequenos animais. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.&lt;br /&gt;Não alimente animais. Os animais podem acabar se acostumando com comida humana e passar a invadir os acampamentos em busca de alimento, danificando barracas, mochilas e outros acampamentos.&lt;br /&gt;Não retire flores e plantas silvestres. Aprecie sua beleza no local, sem agredir a natureza e dando a mesma oportunidade a outros visitantes.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;8. Seja cortês com outros visitantes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ande e acampe em silêncio, preservando a tranqüilidade e a sensação de harmonia que a natureza oferece. Deixe rádios e instrumentos sonoros em casa.&lt;br /&gt;Deixe os animais domésticos em casa. Caso traga o seu animal com você, mantenha-o controlado todo o tempo, incluindo evitar latidos ou outros ruídos. As fezes dos animais devem ser tratadas da mesma maneira que as humanas. Elas também estão sob sua responsabilidade. Muitas áreas não permitem a entrada de animais domésticos, verifique com antecedência.&lt;br /&gt;Cores fortes, como branco, azul, vermelho ou amarelo, devem ser evitadas, pois podem ser vistas a quilômetros de distância e quebram a harmonia dos ambientes naturais. Use roupas e equipamentos de cores neutras, para evitar a poluição visual em locais muito freqüentados.&lt;br /&gt;Colabore com a educação de outros visitantes, transmitindo os princípios de mínimo impacto sempre que houver oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folheto editado pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente - Diretoria do Programa Nacional de Áreas Protegidas, em dezembro de 2000, com a colaboração técnica do Centro Excursionista Universitário e apoio financeiro da embaixada dos Países Baixos. Esse folheto representa a mais recente iniciativa no sentido de sistematizar um conjunto de princípios sobre o mínimo impacto adequado à realidade brasileira. Também representa o engajamento de um órgão oficial na busca de uma mudança de atitude em relação ao uso público de áreas naturais e de unidades de conservação como os Parques Nacionais. As principais referências utilizadas foram o material da Leave no Trace Inc. e o folheto Excursionismo Consciente, organizado pelo geógrafo e montanhista Roney Perez dos Santos e distribuido pelo CEU em 1996.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-5892213455101984369?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/5892213455101984369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=5892213455101984369' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/5892213455101984369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/5892213455101984369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/09/trekking-princpios-de-conduta.html' title='Trekking » Princípios de Conduta Consciente em Ambientes Naturais'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-675479207117992089</id><published>2007-07-02T01:11:00.000-03:00</published><updated>2007-07-02T01:30:54.983-03:00</updated><title type='text'>O Brasil e os Transgênicos</title><content type='html'>No centro da discussão sobre os transgênicos no Brasil sempre esteve a soja RR (Roundup Ready), comercializada pela Monsanto, que domina mais de 90% do mercado mundial de plantas geneticamente modificadas.&lt;br /&gt;Conforme denúncia do ambientalista e engenheiro agrônomo Sebastião Pinheiro, desde 1998 a Monsanto já vinha introduzindo ilegalmente sementes de soja transgênica no país com a cumplicidade de autoridades governamentais, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a CTNBio.&lt;br /&gt;A partir de 1999, agricultores vinham adotando a soja transgênica, em especial no Rio Grande do Sul, onde o contrabando de sementes da Argentina e a ausência de fiscalização contribuíram para a expansão do cultivo ilegal.&lt;br /&gt;O interesse em liberar os transgênicos baseia-se na crescente participação da indústria da transgenia no agronegócio de exportação.&lt;br /&gt;O Brasil entra no mercado global com a monocultura da soja, economicamente viável somente com a produção extensiva em grandes latifúndios.&lt;br /&gt;A soja transgênica contém um gene que a protege dos efeitos nocivos do herbicida Roundup (a marca comercial da Monsanto para o princípio ativo “glifosato”). Tal herbicida elimina todas as plantas, exceto as transgênicas.&lt;br /&gt;O glifosato é uma substância química desenvolvida a partir do Agente Laranja, usado na guerra do Vietnã. Seus efeitos são visíveis ainda hoje no país, onde toda uma geração sofre de anomalias congênitas que afetam o desenvolvimento de braços e pernas.&lt;br /&gt;Além disso, constatou-se que o glifosato pode se combinar com nitratos do solo, dando origem a uma nova substância: o nitrosoglifosato, o qual pode ser responsável pelo surgimento de carcinomas (câncer) no fígado. Os efeitos sobre a saúde e o meio ambiente podem ser ainda maiores se considerarmos que a maioria dos rios e solos estão sendo progressivamente poluídos com glifosato.&lt;br /&gt;Como se não bastasse, a patente da semente de soja transgênica Roundup Ready (RR) é de propriedade da Monsanto que, de acordo com o Tratado sobre os Direitos de Propriedade Intelectual, está autorizada a cobrar royalties dos agricultores que venham a fazer uso da planta geneticamente modificada, mesmo após reproduzida.&lt;br /&gt;A venda de ambos - semente e herbicida - cria um monopólio em favor da empresa e compromete os agricultores. Tudo isso porque sementes, que sempre foram bens naturais e de uso geral, agora passam a ser propriedade privada de uma companhia transnacional.&lt;br /&gt;O argumento ligado ao combate à fome é rebatido ao se observar que as plantas transgênicas não possuem nenhuma qualidade que possa diferenciá-las na questão da produtividade, com exceção da resistência que têm ao herbicida da própria Monsanto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-675479207117992089?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/675479207117992089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=675479207117992089' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/675479207117992089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/675479207117992089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/07/o-brasil-e-os-transgnicos.html' title='O Brasil e os Transgênicos'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-3527404239760047001</id><published>2007-07-01T22:39:00.000-03:00</published><updated>2007-07-02T10:26:51.466-03:00</updated><title type='text'>GUIA DO CONSUMIDOR - PRODUTOS COM OU SEM TRANSGÊNICOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Óleos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Aro (Makro), Liza (Cargill), Oliva (Cargill), Olivares (Paladar), Salada (Bunge), Soya (Bunge), Carmelita (Vigor), Mazola (Cargill), Primor (Bunge), Veleiro (Cargill)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Big,Carrefour, Compre Bem/Barateiro, Extra,Pão de Açúcar, Champion, Sinhá (Caramuru), Campestre, Great Value (Wal-Mart), Ceres (Vida), Cocamar, Dois Amores (Caramuru), Leve (Imcopa), Gilda (Vida), Maria (Vida), Sadia, Suavit (Cocamar), Brejeiro,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alimento Infantil&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Gerber (Novartis)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Arisco (Unilever), Big, Carrefour, Cremogema (Unilever), Compre, Bem/Barateiro, Extra, Maizena (Unilever), Nestlé, Pão de Açúcar, Aptamil (Support), Bebelac (Support), Nan (Nestlé), Nestogeno (Nestlé), Ninho (Nestlé), Nutriton (Support), Soya Diet (Support)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Farinhas e Grãos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Aro (Makro), Dafap's, Quero&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Big, Carrefour, Compre Bem/Barateiro, Extra, Pão de Açúcar, Bontrato (Caramuru), Caramuru, Cereja (Sakura), Champion, Hikari, Jasmine, Mãe Terra, Mais Vita Produtos Naturais, Missô (Sakura), Nekmil (Caramuru), Nutrimental, Oetker, Panco, Sinhá (Caramuru), Vitao(Nutrihouse), Yoki&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Molhos e Condimentos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Soya (Bunge), Ajinomoto, Primor (Bunge), Luppini, Quero, Mesa (Vigor), Vigor, Virmont, Gourmet (Cargill), Liza (Cargill), Sazon (Ajinomoto), Hondashi (Ajinomoto)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Arisco (Unilever), Big, Carrefour, Compre Bem/Barateiro, Extra, Pão de Açúcar, Cereja (Sakura), Champion, Mãe Terra, Missô (Sakura), Great Value (Wal-Mart), Maria (Vida), Cepêra, Mais por Menos (Wal-Mart), Aji no Shoyu (Sakura), Cica (Unilever), Etti (Parmalat), Goodlight, Hellman's, Hikari, Knorr (Unilever), Lanchy (Cocamar), Linguanotto (Masterfoods), Mococa, Parmalat, Peixe (Cirio), Purity (Cocamar), Sakura, Uncle Ben's (Masterfoods), Cirio, Fondor (Nestlé), Pomarola (Unilever), Salsaretti (Parmalat), Tarantella (Unilever), Maggi (Nestlé)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Enlatados&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Quero&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Big, Compre Bem/Barateiro, Extra, Pão de Açúcar, Great Value (Wal-Mart), Mais por Menos, (Wal-Mart), Etti (Parmalat), Peixe (Cirio), Anglo (BF), Bonduelle, Bordon (BF), Coqueiro, Quaker, Superbom, Swift (BF)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sopas e Pratos Prontos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hemmer, La Table D'or, Vigor&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Arisco (Unilever), Big, Pão de Açúcar, Panco, Sinhá (Caramuru), Vitao (Nutrihouse), Sadia, Goodlight, Knorr (Unilever), Missoshiru (Sakura), Nissin, Qualimax, Maggi (Nestlé)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobremesas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Vigor, Virmont, Dona Benta, Linea, Leco (Vigor)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Big, Maizena (Unilever), Nestlé, Pão de Açúcar, Hikari, Oetker, Great Value (Wal-Mart), Goodlight, Mococa, Parmalat, Paulista (Danone), Clight (Kraft), Ducoco, Fresh (Kraft), Karo (Unilever), Kibon (Unilever), La basque, Miss Daisy (Sadia), Royal (Kraft), Danone&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Matinais e Cereais&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Linea, Sustagen (Bristol &amp; Meyers), Café do Ponto, Kellog´s, Diet Shake (Nutrilatina), Melitta, Ovomaltine (Novartis), União, Quero, Pro Sobee (Bristol &amp;amp; Meyers)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Big, Carrefour, Compre Bem/Barateiro, Extra, Nestlé, Pão de Açúcar, Jasmine, Mãe Terra, Vitao (Nutrihouse), Great Value (Wal-Mart), Mais por Menos (Wal-Mart), Mococa, Quaker, Sanavita, Batavo, Ativa Soy (Nutrimental), Suprasoy (Josapar), Nutrifoods, Nutrilon (Nutrimental), Nutry (Nutrimental), Nutry Fun (Nutrimental), Cerealon (Nutrifoods), Chocomilk (Batavo), Chomax (Ducoco), Fibra Total (United Mills), Fitness &amp; Diet (United Mills), Mucilon (Nestlé), Nescau (Nestlé), Nesquik (Nestlé), Neston (Nestlé), Nutren (Nestlé), Toddy (Quaker), Trio (United Mills)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chocolates e Balas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Adams, Arcor, Cadbury, Dan Top, Dizioli, Duitt, Garoto, Halls, Hershey's, Santa Edwiges, Trident&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Big, Nestlé, Pão de Açúcar, Great Value (Wal-Mart), Dori, Ferrero, Kopenhagen, Lacta (Kraft), M&amp;amp;M (Masterfoods), Milka (Kraft), Pan, Twix (Masterfoods), Snickers (Masterfoods)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Biscoitos e Salgadinhos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Adria, Ebicen (Glico), Lu (Arcor), Zabet (Adria), Triunfo (Arcor), Aymoré (Arcor), Gran Dia (Arcor)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Big, Carrefour, Compre Bem/Barateiro, Extra, Nestlé, Pão de Açúcar, Champion, Jasmine, Mãe, Terra, Panco, Vitao (Nutrihouse), Great Value (Wal-Mart), Mais por Menos (Wal-Mart),, Parmalat, Firenze, Piraquê, Nutrifoods, Nutry (Nutrimental), Dauper, Dori, Ativa (Nutrimental), Bauducco, Elbis (Mabel), Elma Chips, Fritex (Bauducco), Iracema (Kraft), Kelly (Mabel), Mabel, Mini Bits (Kraft), Nabisco (Kraft), Skiny (Mabel), Tica (Panco), Tostine (Nestlé), Visconti, Wickbold, Biits Cookies (United Mills), Bon Gouter (Kraft), Chocolícia (Kraft), Chocooky (Kraft), Club Social (Kraft), Oreo (Kraft), Trakinas (Kraft), Duchen (Parmalat), Raris (Masterfoods), Mr. Nut´s (Masterfoods)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pães e Bolos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Santa Edwiges, Pullman, Ana Maria (Pullman)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Big, Pão de Açúcar, Panco, Great Value (Wal-Mart), Mais por Menos (Wal-Mart), Firenze, Bauducco, Tica (Panco), Visconti, Wickbold, Kidlat (Parmalat), Jack Bolinho (Wickbold)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bebidas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;All Day (Bunge), Cyclus (Bunge)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Sanavita, Batavo, Clight (Kraft), Fresh (Kraft), Royal (Kraft), Danone, Ativa (Nutrimental), Yakult, Ades (Unilever), Cereal Shake Light, Ki-Suco (Kraft), Maguary (Kraft), Jui-C (Nutrimental), Nutrinho (Nutrimental), Sustare (Olvebra), Tang (Kraft), Q-Refres-ko (Kraft), Tonyu (Yakult), Chamy (Nestlé), Kissy (Batavo), Diet Fiber (Olvebra), Longevita (Olvebra), Novo Milke (Olvebra), Soy Fruit (Olvebra), Soy Original (Olvebra), Soymilke (Olvebra)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Frios e Embutidos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Big, Carrefour, Compre Bem/Barateiro, Extra, Champion, Sadia, Mais por Menos (Wal-Mart), Anglo (BF), Bordon (BF), Swift (BF), Batavo, Perdigão, Rezende (Sadia), Seara, Marba, Wilson (Sadia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Laticínios e Margarinas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Primor (Bunge), Mesa (Vigor), Leco (Vigor), Vigor, All Day (Bunge), Amélia (Vigor), Cyclus (Bunge), Delícia (Bunge), Franciscano (Vigor), Mila (Bunge), Soya (Bunge)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Big, Carrefour, Compre Bem/Barateiro, Extra, Nestlé, Pão de Açúcar, Great Value (Wal-Mart), Sadia, Mais por Menos (Wal-Mart), Goodlight, Paulista (Danone), Batavo, Piraquê, Danone, Arisco, Philadelphia (Kraft), Claybom (Unilever), Baker (Vida), Colméia (Vida), Becel (Unilever), Corpus (Danone), Cremutcho, Dannete (Danone), Danny (Danone), Doriana (Unilever), Molico (Nestlé), Qualy (Sadia), Saúde (Unilever), Deline (Sadia), Dupli (Danone), FBE (Vida), Glacier (Vida), Margarella (Vida), Mariella (Vida)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Massas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Adria, Frescarini (General Mills), Pastitex, Santa Branca&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Big, Carrefour, Pão de Açúcar, Champion, Sadia, Mezzani, Firenze, Massaleve, Pavioli, Piraquê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Congelados&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Arosa, Forno de Minas (General Mills), Pescal, Belcook&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Big, Carrefour, Compre Bem/Barateiro, Extra, Pão de Açúcar, Champion, Panco, Great Value (Wal-Mart), Sadia, Goodlight, Anglo (BF), Bordon (BF), Superbom, Swift (BF), Batavo, Da Granja, Kilo Certo, Perdigão, Rezende (Sadia), Seara, Bonduelle, Toque de Sabor (Perdigão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rações para animais&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Transgênico:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Não transgênico:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Guabi, Purina (Nestlé), Alpo (Nestlé), Bonzo (Nestlé), Cat Chow (Nestlé), Champ (Masterfoods), Deli Dog (Nestlé), Dog Menu (Nestlé), Fancy Feast (Nestlé), Faro (Guabi), Friskies (Nestlé), Frolic (Masterfoods), Gatsy (Nestlé), Herói Mascote (Guabi), Kanina (Nestlé), Pedigree (Masterfoods), Whiskas (Masterfoods), Top Cat (Guabi), Kitekat (Masterfoods)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;em&gt;Este guia pode ser reproduzido livremente, desde que os créditos sejam dados ao Greenpeace e que as cópias incluam todas as notas e informações complementares.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-3527404239760047001?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/3527404239760047001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=3527404239760047001' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/3527404239760047001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/3527404239760047001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/07/guia-do-consumidor-produtos-com-ou-sem.html' title='GUIA DO CONSUMIDOR - PRODUTOS COM OU SEM TRANSGÊNICOS'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-3584517972827495656</id><published>2007-06-14T19:37:00.001-03:00</published><updated>2008-06-02T23:52:53.081-03:00</updated><title type='text'>A arte de ler o terreno</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Existe uma técnica da qual pouco ou nada se ouve falar, e que tem uma importância enorme no desempenho de qualquer biker seja nas trilhas ou nas estradas. Uma técnica que o tempo e a experiência ajudam a desenvolver e refinar, mas que com um pouco de atenção e prática pode ser aprendida rapidamente e vai certamente dar uma “turbinada” na sua performance. Aprenda a “ler” o terreno.&lt;br /&gt;Quando estamos começando a pedalar e descobrimos a paixão pela bicicleta, geralmente somos levados por nós mesmos e pelos outros a dar mais importância à alimentação e ao desenvolvimento da técnica. Frenagem, saltos, uma pedalada mais redonda, o que, quando e como comer corretamente são os tópicos mais abordados quando se fala em treinamento. Por causa disso, há dezenas de fontes de informação sobre esses assuntos. Mas ler o terreno por onde pedalamos é a técnica oculta que separa o bom biker do melhor biker.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vantagens:&lt;br /&gt;Intuitivamente somos levados a desviar de buracos e obstáculos, seja na trilha ou na estrada Até mesmo por uma questão de sobrevivência. Mas ler o terreno significa ir um passo além. Como a bike depende da nossa força para ir para frente e se manter em pé, escolher o melhor local para colocar as rodas de sua bicicleta pode melhorar sensivelmente a performance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economize energia:&lt;br /&gt;Grama, areia, barro ou pedras exigem mais força aplicada aos pedais para manter a bike em pé e você pedalando. Além disso, como a velocidade é menor nesses terrenos, as vezes é necessário levantar o selim e usar o famoso “jogo de corpo” para não perder o equilíbrio, o que gasta ainda mais energia. Parece pouco, mas numa pedalada pode significar a diferença entre chegar pedalando ou ter que empurrar no final. Nunca subestime o valor da energia economizada sobre a bike!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evite os tombos:&lt;br /&gt;Entrar numa curva ou tentar brecar em cima da faixa de pedestres com piso molhado, ou numa trilha com limo sobre terra é tombo na certa. Tudo bem, alguns bikers têm uma técnica e sensibilidade tão apurada que conseguem se sair bem dessas situações. Mas existem limites impostos pela lei da física (atrito, velocidade, inclinação...). Sabendo identificar pontos de perigo em potencial você pode salvar sua pele – literalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otimize as frenagens:&lt;br /&gt;Muito se fala da potência dos freios. Cantilever, v-brake, freio a disco... a verdade é que uma boa frenagem, depende de três fatores: a) A correta regulagem dos freios (qualquer que seja o tipo); b) Os pneus (seus pneus estão em ordem? São adequados para o tipo de terreno em questão?); e pó fim c) As condições do terreno. Saber encontrar tração para que os pneus possam morder o terreno é importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhore as curvas:&lt;br /&gt;Aqui também o fator pneus vs terreno é fundamental para uma boa performance nas curvas. De novo as leis da física ditam os limites da tração, e saber antecipar esses limites numa curva, seja na curva ou na estrada, pode ajudar a traçar - e realizar – a melhor opção dentre as inúmeras oferecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retarde o cansaço e a fadiga:&lt;br /&gt;É comum ver bikers bem preparados e treinados abandonarem competires mais duras e exigentes, como o Iron Biker. Falta de pernas? Acabou o gás? O pulmão encolheu? Mesmo que a resposta seja sim para essas perguntas, você já parou para pensar na relação do terreno com esse desgaste? As costas doem, os braços começam a formigar, e o ri timo cai drasticamente. Aqui também o que acontece é um desgaste generalizado do corpo pela repetição de milhares de pancadas e vibrações transmitidas ao corpo durante as pedaladas. Na estrada ou na trilha estamos expostos a essas vibrações e o efeito acumulativo pode ser sentido depois de uma ou duas horas, às vezes menos. É impossível evitar completamente esse ataque que leva a fadiga e acelera o cansaço. Nem com as melhores suspensões, muito treinamento e ginástica. Não existe asfalto perfeito (pelo menos aqui no Brasil), e as trilhas, bom, não seriam trilhas se fossem assim. Mas podemos economizar um pouco sabendo evitar alguns trechos mais desgastantes para o corpo. O resultado pode ser sentido na prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usando o cérebro:&lt;br /&gt;É difícil, senão impossível, substituir a experiência no aprendizado de uma técnica. A primeira e mais importante regra é: olhe para onde você quer ir, e não para o que você quer evitar. Pode parecer estranho, mas nosso cérebro comanda nossos movimentos a seguirem o olhar. É como uma mira ou algo assim. Se você está numa descida assustadora numa trilha nova, procure sempre olhar para o melhor caminho, nunca dentro daquela erosão enorme, profunda, cheia de pedras e dentes, louca para engolir você e sua bike ao menor vacilo.&lt;br /&gt;A segunda regra, não menos importante do que a primeira, é: ”olhe sempre adiante, nunca para o trecho imediatamente à frente de sua roda dianteira. E quanto maior a velocidade, mais adiante se deve olhar. Seus olhos são como radares,. Vasculhe o terreno, identificando obstáculos sem se preocupar muito com eles. Nosso cérebro grava e processa sozinho as informações, e se você seguir direitinho a primeira regra, ele ainda comanda seus movimentos para evitar apuros. Afinal, para ele, o mais importante é a sobrevivência. Esse é um princípio valioso que quando praticado acelera o desenvolvimento dos reflexos e melhora a intuição.&lt;br /&gt;Seja subindo, no plano ou descendo, é preciso tomar cuidado nas curvas e frenagens, independente do pneu que está usando. Antecipe a frenagem e reduza a velocidade com leves toques nas manetes, usando mais força no traseiro pois, em caso de derrapagem é mais fácil controlar a traseira do que a dianteira. Pelo mesmo motivo, evite inclinar a bike demais ou fazer movimentos bruscos com o guidão, mantendo seu corpo mais perpendicular ao chão e fazendo a curva da forma mais suave possível.&lt;br /&gt;Atenção total para trechos de solo “traiçoeiro”, como atoleiros, leitos de areia ou pedras, barro e lama ou ainda raízes. Sobretudo em curvas de alta velocidade. O comportamento da bike fica estranho nesses tipos terrenos, pois a tração é diferente devido ao peso e ao torque das pedaladas. Antes de encará-los, reduza a velocidade e transfira um pouco mais de peso para a traseira, aliviando a dianteira e mantendo o centro de gravidade de seu corpo solto para que ele se adapte automaticamente as mudanças de movimentos da bike. Mais energia deve ser aplicada no guidão para fazer correções de direção.&lt;br /&gt;Nas subidas, descidas e curvas procure identificar a linha que oferece a melhor tração. Nas subidas esse procedimento evita que o pneu gire em falso e que você perca o equilíbrio. Nas descidas ajuda a manter o controle nas frenagens e curvas. Tente encontrar o melhor equilíbrio entre tração e baixa resistência à rolagem. Pode parecer difícil mas, a gente não desiste e continua tentando.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;fonte: Alex Torres (Revista Bice Sport)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-3584517972827495656?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/3584517972827495656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=3584517972827495656' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/3584517972827495656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/3584517972827495656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/06/arte-de-ler-o-terreno.html' title='A arte de ler o terreno'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-9022556360732666411</id><published>2007-03-30T11:56:00.001-03:00</published><updated>2007-03-30T22:28:07.019-03:00</updated><title type='text'>Mountainbike: Subidas exigem preparo físico e psicológico</title><content type='html'>O experiente atleta Odair Pereira dá dicas de como pedalar bem na subida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mountain bike, as subidas são um ponto chave para vencer ou perder uma prova e um grande desafio também para aqueles que não competem. Elas exigem muito dos atletas, tanto física quanto psicologicamente. Preparar-se para as subidas é de grande importância principalmente para aqueles que querem enfrentar os desafios de uma prova de cross-country.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/Rg05A27K6LI/AAAAAAAAABM/fmXtOEofoAY/s1600-h/uci-mountainbike.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047753444258670770" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/Rg05A27K6LI/AAAAAAAAABM/fmXtOEofoAY/s320/uci-mountainbike.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em uma prova, treino ou pedalada, procure sempre entrar numa subida com a marcha certa para facilitar a tração e evitar a perda de equilíbrio em cima da bike. Para subir em pé use o bar end como alavanca e procure desenvolver velocidade (velocidade não quer dizer marcha pesada). Deve-se sempre procurar a marcha ideal para cada tipo de subida e de terreno.&lt;br /&gt;Por exemplo: numa subida curta seguida de uma descida é normal que se use marchas mais pesadas para não perder a velocidade. Mas num terreno íngreme e longo deve-se utilizar uma marcha mais leve e apropriada para o ritmo de cada um.&lt;br /&gt;Nas subidas longas ou provas muito longas subir sentado e tentar impor um ritmo que seja sustentável até o final é uma boa pedida, pois um esforço exagerado pode ser fatal e custar algumas posições até a bandeirada final.&lt;br /&gt;Cada atleta tem suas características e estilo próprio de pedalada. O importante é que cada um respeite o limite do seu corpo.&lt;br /&gt;Subidas longas - Em subidas longas é necessário saber dosar a energia e o ritmo para não se desgastar demais no início, o que viria a prejudicar o rendimento do atleta do meio da prova para o final. Eu particularmente uso muito subir sentado e se perceber o ritmo diminuindo procuro pedalar em pé e acelerar o passo.&lt;br /&gt;O ideal é procurar sempre impor um ritmo que você suporte, o ritmo da pedalada também é importante. Usar a marcha certa com uma cadência que seja confortável para cada um é &lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ERBq7JT3R38/Rg05XG7K6MI/AAAAAAAAABU/5V7WPMAbGl8/s1600-h/InfoSlicica2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047753826510760130" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_ERBq7JT3R38/Rg05XG7K6MI/AAAAAAAAABU/5V7WPMAbGl8/s200/InfoSlicica2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;um ponto importante a se reparar. Às vezes a cadência do seu adversário não é a mais confortável para você.&lt;br /&gt;Quando empurrar a bike - Assim como saber manter-se de forma sustentável durante uma subida, é importante perceber o momento em que é melhor descer e empurrar a bicicleta. Principalmente em subidas íngremes, o esforço físico feito para vencê-las nem sempre é vantajoso. Além disso, o biker corre um grande risco de se desequilibrar e tombar de lado, podendo ferir-se.&lt;br /&gt;Quando perceber que está sofrendo um desgaste físico muito grande, não hesite em descer da bike e empurrá-la rapidamente por alguns metros até encontrar um trecho mais plano. Este pequeno descanso também poderá ser importante psicologicamente.&lt;br /&gt;O fator psicológico - É fato que, além de um grande desgaste físico, as subidas causam muito desgaste psicológico mesmo nos bikers mais preparados. Dor, falta de ar e a sensação de desconforto podem ser minimizadas com um melhor preparo físico.&lt;br /&gt;Quanto melhor preparado fisicamente, menos o atleta ou praticante sofrerá diante deste desafio e melhor aproveitará as suas pedaladas. Fazer exercícios regularmente e treinar sempre que possível em trechos de subida são ações que ajudam bastante.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/Rg00j27K6KI/AAAAAAAAABE/EBubWqweuns/s1600-h/DSC00447.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047748547995953314" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="157" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/Rg00j27K6KI/AAAAAAAAABE/EBubWqweuns/s200/DSC00447.JPG" width="200" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;fonte: Webventure&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E lembrem-se ,"a recompensa está lá em cima!"&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-9022556360732666411?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/9022556360732666411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=9022556360732666411' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/9022556360732666411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/9022556360732666411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/03/mountainbike-subidas-exigem-preparo.html' title='Mountainbike: Subidas exigem preparo físico e psicológico'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/Rg05A27K6LI/AAAAAAAAABM/fmXtOEofoAY/s72-c/uci-mountainbike.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-1623033833312114154</id><published>2007-03-28T21:01:00.000-03:00</published><updated>2007-03-28T22:23:21.771-03:00</updated><title type='text'>Amazônia, pulmão do mundo?</title><content type='html'>&lt;div&gt;Ao contrário do muitos pensam, a Amazônia não é responsável pela produção da maior parte do oxigênio do mundo. Essa responsabilidade cabe ao fitoplâncton, os seres microscópicos que flutuam livremente nos oceanos. Por purificar nosso ar extraindo bilhões de toneladas de dióxido de carbono, é o responsável por mais da metade do oxigênio que respiramos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas mesmo essa floresta invisível já encontra-se ameaçada. Os efeitos do aumento da radiação ultravioleta devido ao buraco na camada de ozônio é altamente prejudicial ao fitoplâncton, que além de tudo é a base da cadeia alimentar &lt;a href="http://bp3.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgsUcG7K6JI/AAAAAAAAAA8/YnnfrTnaUyE/s1600-h/257_PacificOcean.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5047150280526456978" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgsUcG7K6JI/AAAAAAAAAA8/YnnfrTnaUyE/s320/257_PacificOcean.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;marinha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-1623033833312114154?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/1623033833312114154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=1623033833312114154' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/1623033833312114154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/1623033833312114154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/03/amaznia-pulmo-do-mundo.html' title='Amazônia, pulmão do mundo?'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgsUcG7K6JI/AAAAAAAAAA8/YnnfrTnaUyE/s72-c/257_PacificOcean.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-9054297093451367401</id><published>2007-03-22T18:14:00.000-03:00</published><updated>2007-03-23T20:18:07.719-03:00</updated><title type='text'>Os Governos e a Questão Ambiental</title><content type='html'>Visto que a destruição do meio ambiente é um problema tão amplo, uma solução eficaz exigiria a cooperação de todos os governos do mundo. Em alguns casos, seus representantes demonstraram coragem elogiável, recomendando mudanças positivas que ajudariam o meio ambiente. Mas a realidade é que as histórias de sucesso são raras.&lt;br /&gt;Um exemplo disso foi a cúpula internacional realizada no Japão em 1997. As nações debateram e discutiram os termos de um tratado de redução de emissões dos poluentes tidos como responsáveis pelo aquecimento global. Por fim, para a surpresa de muitos, chegou-se a um acordo, chamado de Protocolo de Kyoto. Regiões desenvolvidas, como a União Européia, o Japão e os Estados Unidos, reduziriam suas emissões de poluentes em média 5,2% até 2012. As perspectivas eram boas. Em princípios de 2001, porém, o governo norte-americano avisou que estava abandonando o Protocolo de Kyoto. Muitas pessoas ficaram chocadas, visto que os Estados Unidos, com menos de 5% da população mundial, produzem cerca de um quarto das emissões de poluent&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRd6Bv6JVI/AAAAAAAAAA0/Q7WZBH6tou0/s1600-h/polui%C3%A7ao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045260734044972370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 273px; CURSOR: hand; HEIGHT: 212px" height="233" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRd6Bv6JVI/AAAAAAAAAA0/Q7WZBH6tou0/s320/polui%C3%A7ao.jpg" width="273" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;es. E outros governos estão demorando para ratificar o tratado.&lt;br /&gt;O exemplo acima mostra como é difícil para os governos chegarem a soluções significativas. Não é fácil fazer com que vários governos se sentem à mesa de negociações, e mesmo então não é fácil conseguirem chegar a um consenso quanto a como lidar com questões ambientais. Mesmo quando se assinam tratados, algumas das partes podem mais tarde romper o compromisso firmado. Outros acham difícil fazer cumprir esses acordos. Em certos casos, os governos ou as companhias acham que não têm condições de assumir as despesas envolvidas no processo de restauração do meio ambiente. Em alguns lugares, o problema todo é, pura e simplesmente, a ganância — corporações poderosas pressionam os governos para que não sejam tomadas medidas que reduziriam seus lucros. É bem sabido que muitas empresas e companhias só querem explorar os recursos naturais ao máximo, sem se importar com as conseqüências a longo prazo.&lt;br /&gt;Para complicar a questão ainda mais, nem todos os cientistas estão de acordo acerca da gravidade dos efeitos que a poluição terá sobre a Terra. Assim, aqueles que estabelecem as políticas ambientais dos governos não sabem até que ponto devem restringir o crescimento econômico para controlar um problema que talvez nem seja tão grande como se afirma.&lt;br /&gt;Pode-se dizer que a humanidade está num beco sem saída. Todos sabem que existe um problema e que algo precisa ser feito a respeito. Alguns países se esforçam muito nesse sentido, mas de modo geral, os problemas ambientais estão piorando. Será que o destino da Terra é se tornar inabitável para o homem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: Revista "Despertai"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-9054297093451367401?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/9054297093451367401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=9054297093451367401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/9054297093451367401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/9054297093451367401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/03/os-governos-e-questo-ambiental.html' title='Os Governos e a Questão Ambiental'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRd6Bv6JVI/AAAAAAAAAA0/Q7WZBH6tou0/s72-c/polui%C3%A7ao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-2073671707759373885</id><published>2007-03-21T22:06:00.000-03:00</published><updated>2007-03-23T19:17:51.182-03:00</updated><title type='text'>Reflorestamento Errado</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRR9Rv6JSI/AAAAAAAAAAc/VPXUL9Q7-9o/s1600-h/eucaliptos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045247595740013858" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRR9Rv6JSI/AAAAAAAAAAc/VPXUL9Q7-9o/s200/eucaliptos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A diversidade de espécies vegetais que consegue sobreviver dentro de um plantio de eucalipto é muito baixa. O eucalyptus globulos é nativo da Austrália e não do Brasil como pensa a maioria das pessoas. Essa espécie foi introduzida em nosso país pelos portugueses durante a colonização. É muito agressiva com outras espécies vegetais devido ao seu crescimento acelerado. Além de retirar toda água do solo ao seu redor, sua copa impede a passagem de luz dificultando o desenvolvimento de outras espécies. Torna-se difícil a formação de um sub-bosque rico. Os plantios também recebem aplicação de herbicidas para evitar as chamadas espécies “invasoras”.&lt;br /&gt;Não há complexidade na cadeia alimentar nesse tipo de reflorestamento. Insetos e animais acabam sendo prejudicados pela falta de alimentos. A fauna existente ali é muito pequena e qualquer problema com uma delas pode causar um desequilíbrio ecológico.&lt;br /&gt;Quando removemos uma mata, expomos o solo as piores erosões. Chuvas, ventos e a incidência direta dos raios solares castigam a terra. Mesmo com um reflorestamento feito de forma correta, é difícil que a floresta volte a ser a mesma. Ainda mais eliminando toda diversidade e reflorestando com uma única espécie. Dessa maneira não estamos solucionando problema algum.&lt;br /&gt;O que mais revolta é que muitas vezes, os responsáveis por tal ação têm conhecimento de tudo isso. O fato é que financeiramente é mais viável, além de iludir a maioria das pessoas devido à falta de informação.&lt;br /&gt;Por isso quando tiver a oportunidade de entrar em uma floresta de eucaliptos, note que o silêncio é semelhante ao de um camitério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte de pesquisa: coluna "Giro Ecológico" do Rubão - Revista Bike Action&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-2073671707759373885?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/2073671707759373885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=2073671707759373885' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/2073671707759373885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/2073671707759373885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/03/reflorestamento-errado.html' title='Reflorestamento Errado'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRR9Rv6JSI/AAAAAAAAAAc/VPXUL9Q7-9o/s72-c/eucaliptos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-6380769605010657304</id><published>2007-03-15T21:25:00.000-03:00</published><updated>2007-03-23T20:00:38.608-03:00</updated><title type='text'>Trekking - o essencial</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRbLBv6JTI/AAAAAAAAAAk/796UMLDX724/s1600-h/trekking.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045257727567865138" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRbLBv6JTI/AAAAAAAAAAk/796UMLDX724/s200/trekking.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A história do trekking é antiga e teve origem no início do século XIX. A palavra trek tem sua origem na língua africâner e passou a ser empregada pelos vortrekkers, os primeiros trabalhadores holandeses que colonizaram a África do Sul.&lt;br /&gt;O verbo trekken significa migrar e carregava uma conotação de sofrimento e resistência física, numa época em que o único meio e locomoção era a caminhada.&lt;br /&gt;Quando os britânicos invadiram a região, a palavra foi absorvida pela língua inglesa e passou a designar as longas caminhadas realizadas pelos exploradores em direção ao interior do continente.&lt;br /&gt;Atualmente utiliza-se a palavra também em português, significando caminhadas em trilhas naturais em busca de lugares interessantes para conhecer, possibilitando um contato com a natureza. No Brasil, o trekking surgiu em 1992 em São Paulo, por amantes da natureza, que resolveram adaptar as regras dos enduros de bike, moto e jipe à caminhada ecológica.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRb3Rv6JUI/AAAAAAAAAAs/--e82u7bu0k/s1600-h/016,,.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045258487777076546" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRb3Rv6JUI/AAAAAAAAAAs/--e82u7bu0k/s200/016,,.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As regras nas provas do trekking se assemelham as de um rally de regularidade. A equipe vencedora é aquela que consegue atingir com precisão o tempo estipulado da prova e perder menos pontos na contagem final, depois de apurados os tempos nas passagens pelos postos de fiscalização.&lt;br /&gt;A perda dos postos durante a prova implica na penalização da equipe. A pontuação é computada da seguinte maneira: para cada segundo adiantado, perde-se 2 pontos, e a cada atrasado, há uma penalidade de 1 ponto. A equipe que no geral obtiver o menor número de penalidades sagra-se campeã.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-6380769605010657304?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/6380769605010657304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=6380769605010657304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/6380769605010657304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/6380769605010657304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/03/trekking-o-essencial.html' title='Trekking - o essencial'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRbLBv6JTI/AAAAAAAAAAk/796UMLDX724/s72-c/trekking.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-8193192017385538975</id><published>2007-03-14T15:33:00.000-03:00</published><updated>2007-03-23T19:09:54.500-03:00</updated><title type='text'>A História do Mountainbike</title><content type='html'>O Mountain Bike surgiu no final dos anos 70, quando um grupo de jovens ciclistas começou a freqüentar as trilhas das montanhas da Califórnia (EUA). Eram basicamente bikers de estrada, que começaram a buscar um novo estilo no ciclismo, uma alternativa às "magrelas" do asfalto. As trilhas e estradas de terra, mesmo longe de serem encaradas por bikes speed, acabaram por conquistar estes jovens ávidos por novas emoções.&lt;br /&gt;Para Tom Ritchey, uma lenda no esporte, o responsável pela escolha da "terra" pelo "asfalto" foi Jobst Brandt, sendo o inspirador dele e de mais outros, como Gary Fisher. Muitas histórias contam que já houve experiências anteriores (nas décadas de 40 e 50) de utilizar a bicicleta em trilhas, mas não tiveram a expressão e a explosão que ocorreu no final dos anos 70.&lt;br /&gt;Para poderem encarar as trilhas e despencar morro abaixo, e como não existiam quadros apropriados, passaram a utilizar quadros de bikes cruisers (muitos da marca Schwinn). Então, bastou acrescentar alguns componentes (câmbio, pneus maiores e freios mais eficientes), para iniciarem no novo esporte que começava a surgir. Cria-se assim, as formas básicas das mountain bikes.&lt;br /&gt;Com o tempo, os grupos de praticantes do mountain bike foram aumentando em número e tamanho. E aos poucos, provas foram sendo organizadas, e uma das primeiras competições do mountain bike (de que se tem registro) foi o Repack Downhill, um tipo de downhill realizado aos finais de semana em Mount Tamalpais (ou Mt. Tam), na Califórnia.&lt;br /&gt;Famosa, passou a ser considerada a mola propulsora do esporte, reunindo competidores que buscavam novos limites, desafiando as precárias bikes e a técnica da época. Dali saíram os futuros atletas que marcaram o mountain bike, como Ned Overend.&lt;br /&gt;Tom Ritchey e Gary Fisher foram, além dos primeiros a praticar, os que deram os primeiros passos para a comercialização do Mountain Bike. Tom Ritchey foi talvez quem mais contribuiu para o desenvolvimento de novos quadros e materiais para o esporte. Além de correr, construía e desenvolvia quadros e componentes artesanalmente (sendo ele o responsável pelo atual design dos quadros, tipo diamante, proveniente das bikes speed), ao lado de Gary Fischer que adaptou e desenvolveu vários componentes, como o câmbio. Ambos têm hoje suas respectivas empresas, a Ritchey e a Fischer Bikes.&lt;br /&gt;Na união das potencialidades de cada um, mais a de Charles Kelly (que comercializava as bikes e hoje é um dos principais historiadores do esporte), criaram a Mountain Biker, primeira empresa a produzir, mesmo em escala reduzida, bicicletas destinadas diretamente para o novo esporte. Mas o esporte tomou o mercado quando Mike Syniard, fundador e presidente da Specialized, apostou no novo esporte e na sua potencialidade. Comprou alguns quadros fabricados por Ritchey e enviou-os para o Japão, para serem copiadas e produzidas em série. Cria-se então a StumpJumper, a primeira mountain bike de sucesso comercial e que mais tarde se tornaria um mito. A união de Ritchey com Syniard acabou por lançar o esporte ao mundo definitivamente. No setor industrial, muitas empresas surgiram e desapareceram, mas certamente algumas deixaram a sua contribuição na elaboração de novos projetos. A capacidade de expansão e assimilação do setor determinaram um novo ritmo no ciclismo.&lt;br /&gt;A cada ano, inovações são anunciadas, levando as outras empresas a aperfeiçoarem cada vez mais os seus produtos. Isto nos leva a um alto nível de qualidade, favorecendo ta&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRPTBv6JRI/AAAAAAAAAAU/2wK65r0DkWI/s1600-h/Mtb1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045244670867285266" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 286px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px" height="240" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRPTBv6JRI/AAAAAAAAAAU/2wK65r0DkWI/s320/Mtb1.jpg" width="286" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;nto o consumidor, como os atletas que dependem de um bom desempenho de seu equipamento. Suspensões, freios hidráulicos, novos materiais como o titânio, são alguns dos exemplos do que este setor é capaz de produzir, revelando a força e a potencialidade do mountain bike no âmbito industrial.&lt;br /&gt;Como esporte, o mountain bike cada vez mais acumulou adeptos, sendo hoje encontrada em quase todas as regiões do mundo. Nunca um esporte se espalhou tão rápido. Isto talvez se deva ao fato de aproximar as pessoas cada vez mais da natureza, do prazer e da adrenalina propiciada ao praticante, e de contribuir no condicionamento físico.&lt;br /&gt;Várias competições são realizadas pelo mundo, elevando o nível técnico e despontando vários "pilotos", e que hoje formam a elite competitiva do esporte. E o mountain bike passou, a partir de 1996, a ser um esporte olímpico, estreando nos Jogos Olímpicos de Atlanta. Isto evidencia a importância em que o esporte se encontra atualmente e quem sabe se eleve cada vez mais no futuro.&lt;br /&gt;Depois dessas transformações, notamos a total consolidação do esporte e da indústria no mundo ciclístico, tendo um forte apoio, tanto das entidades públicas como privadas, e tendo um público que prestigia e fortalece cada vez mais o esporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: High Mountains&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-8193192017385538975?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/8193192017385538975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=8193192017385538975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/8193192017385538975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/8193192017385538975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/03/histria-do-mountainbike.html' title='A História do Mountainbike'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRPTBv6JRI/AAAAAAAAAAU/2wK65r0DkWI/s72-c/Mtb1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2923243952458354396.post-6292690956056685795</id><published>2007-03-13T16:36:00.000-03:00</published><updated>2007-03-23T19:03:54.708-03:00</updated><title type='text'>A verdade sobre o solo Amazônico</title><content type='html'>O mito da fertilidade&lt;br /&gt;A idéia de que o solo amazônico é fértil, diz a revista Counterpart, é um "mito difícil de extinguir". No século 19, o explorador Alexander von Humboldt chamou a Amazônia de "celeiro do mundo". Um século depois, o presidente americano Theodore Roosevelt também achou que a Amazônia prometia boas safras. "Uma terra tão rica e tão fértil não deve permanecer ociosa", escreveu.&lt;br /&gt;Na verdade, o lavrador que pensa assim como eles pensavam descobre que, por um ano ou dois, a terra produz uma boa safra, pois as cinzas das árvores e das plantas carbonizadas servem de fertilizante. Mas, depois disso, o solo fica estéril. Embora o verde exuberante da mata pareça indicar a existência de um solo fértil, o solo é, na verdade, o ponto fraco da floresta. Como assim?&lt;br /&gt;Despertai! falou sobre isso com o Dr. Flávio J. Luizão, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, especialista em solo de floresta tropical úmida. A seguir, alguns de seus comentários:&lt;br /&gt;‘Diferente de muitos outros solos de floresta, a maior parte do solo da bacia amazônica não recebe nutrientes a partir &lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRN6Rv6JQI/AAAAAAAAAAM/Pg8b4W3_eIU/s1600-h/motoserra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045243146153895170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRN6Rv6JQI/AAAAAAAAAAM/Pg8b4W3_eIU/s320/motoserra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;de sua base, de rochas em decomposição, pois a rocha-mãe é pobre em nutrientes e profunda demais. Em vez disso, o solo recebe nutrientes de cima para baixo, da chuva e do húmus. Contudo, tanto as gotas de chuva como as folhas caídas precisam de ajuda para se tornarem nutritivas. Por quê?&lt;br /&gt;‘A chuva que cai na floresta não é muito rica em nutrientes. Mas, ao atingir as folhas e escorrer pelos troncos das árvores, ela recolhe nutrientes das folhas, dos galhos, dos musgos, das algas, dos formigueiros, do pó. Quando essa água se infiltra no solo, já se transformou num bom alimento para as plantas. Para que esse alimento líquido não escoe simplesmente para os córregos, o solo detém os nutrientes, por meio de um emaranhado de raízes finas dispostas numa camada de vários centímetros debaixo da terra. Uma prova da eficácia disso é que os córregos que recebem essa água da chuva têm conteúdo nutritivo ainda mais pobre do que o próprio solo da floresta. Assim, os nutrientes penetram nas raízes antes que a água entre nos córregos ou nos rios.&lt;br /&gt;‘Outra fonte de alimentos é o húmus — folhas, raminhos e frutos caídos. Cerca de oito toneladas de excelente húmus se forma por ano num hectare de piso florestal. Mas, como é que esses resíduos penetram no solo até o sistema de raízes das plantas? Os cupins ajudam. Eles cortam pedacinhos de folha em forma de discos, e os carregam para seus ninhos subterrâneos. Especialmente durante a estação chuvosa, eles formam um grupo laborioso, levando para o subterrâneo espantosos 40% de todo o húmus. Ali, eles usam as folhas para construir canteiros para o cultivo de fungos. Esses fungos, por sua vez, decompõem a matéria vegetal e liberam nitrogênio, fósforo, cálcio e outros elementos — nutrientes valiosos para as plantas.&lt;br /&gt;‘O que é que os cupins ganham com isso? Alimentos. Eles comem os fungos e talvez engulam também uns fragmentos de folhas. Daí, os microorganismos nos intestinos dos cupins se encarregam de transformar quimicamente o alimento dos cupins, de modo que o excremento desses insetos vira um alimento nutritivo para as plantas. Portanto, a chuva e a reciclagem de matéria orgânica são dois dos fatores que sustentam e fazem crescer a floresta tropical úmida.&lt;br /&gt;‘É fácil ver o que acontece se você derruba e queima a floresta. Desaparecem a copa para interceptar a chuva e o húmus para reciclar. Em vez disso, as chuvas torrenciais batem forte no solo desnudo, e seu impacto endurece a superfície. Ao mesmo tempo, os raios solares que atingem diretamente o solo aquecem e compactam o terreno. Com isso, as águas da chuva escorrem com facilidade, alimentando os rios, em vez de o solo. A perda de nutrientes de terras desmatadas e queimadas pode ser tão grande que os cursos de água perto dessas terras chegam a sofrer de excesso de nutrientes, pondo em risco a vida de espécies aquáticas. Obviamente, se deixada em paz, a floresta sustenta a si mesma, mas, a interferência do homem prenuncia desastre.’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: revista "Despertai"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2923243952458354396-6292690956056685795?l=azeverde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://azeverde.blogspot.com/feeds/6292690956056685795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2923243952458354396&amp;postID=6292690956056685795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/6292690956056685795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2923243952458354396/posts/default/6292690956056685795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://azeverde.blogspot.com/2007/03/o-mito-da-fertilidade-idia-de-que-o.html' title='A verdade sobre o solo Amazônico'/><author><name>Silvano Azevedo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13725282457859383034</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_ERBq7JT3R38/RgRN6Rv6JQI/AAAAAAAAAAM/Pg8b4W3_eIU/s72-c/motoserra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
